quarta-feira

Apostila desenho em grafite de Rogério Lupo - Biólogo Ilustrador

Foi disponibilizado pelo ilustrador ROGÉRIO LUPO uma apostila de seu curso de desenho em grafite.

Quem quiser pode fazer download AQUI!

Espero que gostem.



Olá pessoal Como de costume, antes de cursos acabo preparando apostilas guia, e agora antes de Brasília está pronta a de grafite, com dicas para iniciantes e insights e propostas para os experientes. Livre para compartilhamento, divirtam-se e divulguem. 

ATENÇÃO: a visualização rápida em tela cheia no site Slideshare é apenas uma amostra, para ver em excelente qualidade de imagens e de texto é preciso baixar. Muitos me perguntam se é possível imprimir: por motivos de edição e gravação em pdf fiz o arquivo em uma única página gigante de 30cmX 4 METROS. 

Por isso precisaria recortar em páginas normais pra imprimir, isso dá um trabalhinho. Mas é possível com paciência. Mesmo assim sugiro mesmo usar na tela do computador, as imagens ficam melhores que impressas. 

http://ift.tt/1ORR0Xp 
Um abraço a todos e boa diversão 

Rogério Lupo - Biólogo Ilustrador 



Fonte: Portal do Ilustrador - DICAS, CURIOSIDADES, EVENTOS E PONTO DE ENCONTRO DOS ILUSTRADORES... http://ift.tt/1XjGzyI

segunda-feira

Psicologia das cores

A cor é assimilada pelo ser humano através do sentido da visão. A visão é dos cinco sentidos o que mais rapidamente conduz a informação até ao cérebro. Dessa forma os olhos são os sensores e o cérebro é o processador.

Quando escolhemos uma cor para elaborarmos nossos trabalhos devemos ter em mente que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato, e que essa cor escolhida provocará diversas reações em seus observadores, positivas ou negativas.

A subjetividade do artista, com sua sensibilidade e memória cromática condiciona totalmente a harmonia obtida entre as cores de seu trabalho. Da mesma forma como condicionam a interpretação do espectador da obra observada. As cores influenciam o estado psicológico dos seres humanos de várias maneiras, e são mais ligadas à emoção. As pessoas se lembrarão mais facilmente das cores do que de formas.

No ocidente, as cores surtem diferentes efeitos psicológicos sobre as pessoas, como sugere a lista:
  • Branco - purificador, perfeição, pureza, neutralidade, humildade, limpeza, claridade, frieza e esterilidade, pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição, união;
  • Preto - luto, elegância, solidez, poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério, azar;
  • Cinza - elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza;
  • Amarelo - concentração, disciplina, comunicação, ativa o intelecto, positividade, boa sorte;
  • Vermelho - paixão, entusiasmo, impacto, agressividade, força, energia, amor, liderança, masculinidade, perigo, fogo, raiva, revolução, "pare";
  • Rosa - Amor, carinho, suavidade, acolhimento, romantismo;
  • Azul - harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade, saúde, purificação, amabilidade, paciência, serenidade;
  • Ciano - tranquilidade, paz, sossego, limpeza, frescor;
  • Verde - esperança, cura, natureza, paz, natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro, boa sorte, ciúmes, ganância, esperança;
  • Lilás - influencia emoções e humores, intuição e espiritualidade;
  • Roxo - velocidade, concentração, otimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro), fraqueza, dinheiro; 
  • Magenta - luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo;
  • Violeta - espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência, dor;
  • Laranja - equilíbrio, generosidade, entusiasmo, alegria, aconchegante, energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo;
  • Castanho - sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.

Teoria das cores

A Teoria das Cores afirma que a cor é um fenômeno físico relacionado a existência da luz, ou seja, se a luz não existisse, não existiriam cores. O preto é percebido quando algo absorve praticamente toda a luz que o atinge. Já o branco é percebido em algo que reflete praticamente todas as faixas de luz. Pode-se dizer que o branco e o preto não são cores propriamente, e sim a presença ou ausência da luz.

Isaac Newton foi o primeiro a associar que a luz do Sol tinha forte relação com a existência das cores, quando dissociou a luz solar nas cores do arco-íris através de um prisma.Surgia ali o primeiro esboço do que posteriormente viria a ser chamada de Teoria das Cores.

Vários estudiosos do passado se dedicaram a entender o fenômeno das cores. Os primeiros sistemas de cores foram os de Newton e de Goethe. Estes sistemas se concentravam mais em saber como se formavam as cores. O Sistema de Chevreul, mais recente, também utiliza de um eixo vertical que indica o brilho e a saturação da cor. O sistema esférico de Otto Runge pretende descrever e encontrar harmonias cromáticas. Aqui, as cores puras e suas misturas situam-se no equador da esfera, e enquanto se aproximam do centro, pendem para a cor cinzento médio. Assim, as cores tornam-se escuras em direcção ao pólo inferior até atingir o preto, e tornam-se claras , até ao pólo superior, atingindo o branco.

Estes são sistemas de cores que visam organizar e racionalizar o estudo das cores no intuito de se constituir uma teoria das cores, no entanto a harmonia entre as cores não é assim tão objetiva. Hoje sabe-se bem que a cor é um fenômeno subjetivo, pois ela é constituída de ondas eletromagnéticas de uma faixa de frequência tal que as colocam dentro do que denomina-se espectro visível, ou seja, a faixa de frequência daquelas ondas que são captadas pela sensibilidade dos olhos humanos. Animais veem tudo de forma diferente.

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sábado

Pássaros

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segunda-feira

SOBRE A ARTE DE ILUSTRAR A CIÊNCIA

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Ilustração científica é um trabalho tão maravilhoso que pode até virar arte na parede de casa. As técnicas usadas são das mais variadas, passando pelo grafite, nanquim e pontilhado, aquarela seca (dry brush) e aquarela aguada, lápis de cor, além, é claro, dos tratamentos digitais.
Mas se engana quem pensa que ilustração científica é pura arte. Há muito trabalho de pesquisa e estudos formais para se chegar a um resultado absolutamente correto, do ponto de vista científico. Ao contrário dos artistas, que expressam seus sentimentos, angústias e pensamentos por meio de seus desenhos e pinturas, quem trabalha com ilustração científica precisa estar atento a rígidas regras reconhecidas internacionalmente.
Para saber mais sobre este ramo de atuação, conversamos com Rosa Alves Pereira, ilustradora científica com mestrado na área, que trabalha na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG):
“Questões como estilo e subjetividade dos autores são minimizadas quando se faz uma ilustração científica. Quase todas buscam um hiperrealismo necessário para a descrição e identificação das espécies e a apresentação das características morfológicas essenciais para o estudo. Embora pareçam criações artísticas, essas ilustrações obedecem a regras aceitas internacionalmente e exigidas pelas publicações científicas”.
Rosa Alves explica que para desenhar algumas espécies, torna-se necessário participar de trabalhos de campo, para observar bem de perto as singularidades e, a partir daí, fazer estudos preliminares apurados de cada detalhe morfológico.
Há diversos detalhes que devem ser contemplados nas ilustrações científicas. Nas plantas, por exemplo, é preciso mostrar um ramo florido. Em relação aos animais, os desenhos devem ser feitos em vista lateral para os peixes, com a boca voltada para o lado esquerdo – essa “pose” também vale para as aves e mamíferos! Já alguns insetos e crustáceos devem ser desenhados em vista superior, mostrando sua face dorsal.
Confira abaixo algumas imagens disponibilizadas pela equipe de ilustradores do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG:

Quem pode ser ilustrador científico?

Nem só de biólogos vive o mundo da ilustração científica! Nos últimos 10 anos, a UFMG ofertou diversos cursos, com temas e técnicas diversas, a maioria deles ligados à extensão. Nesses cursos, artistas de todas as áreas exploraram seu talento para a ciência, além dos biólogos, é claro, mas também donas de casa, engenheiros, geógrafos, farmacêuticos, fotógrafos, jornalistas, médicos, paleontólogos
Eu vejo essa heterogeneidade da turma como um fator muito positivo pois, ao reunir pessoas de várias áreas do conhecimento, a experiência se enriquece com olhares multiplicados sobre o mesmo tema. Em relação ás técnicas utilizadas, todos podem aprender, desde que se dediquem a isso na prática! – Rosa Alves.


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